Às vezes paro
E simplesmente esqueço
De tudo, de todos
Começo a pensar
Não sei no que
Por qual motivo
No que fazer
Tudo acontece
Meus olhos estão abertos
Minha mente está longe
Eu não sinto nada
Minhas fantasias se sobressaem
Parece que o pano do palco cai
Tudo é intenso, é raro
Meus sentimentos
Agora são pessoas mascaradas
Rostos brancos, narizes vermelhos
Seria um sonho
Se não estivesse acordado
Olhando para tudo
Sem querer ver nada
O que vejo são só ilusões
Delírios de meus pensamentos
O ‘hoje’ e o ‘aqui’ estão presentes
Apenas eu, estou ausente
Penso no que fiz
Ou no que irei fazer
O tempo se perde
Mas também é ganho.
Então em um segundo
O pano sobe, as luzes apagam
E o show termina.
Acabo de acordar
Do mais profundo falso sono
No qual os sonhos
São o melhor que se pode ter
Sonhei com tudo
Vi o que queria
Acalmaram-se os nervos
E o preto e branco
Ganha cor novamente
Ganhei o dia.
Em segundos que fugi
Saindo para outro mundo
No qual me perdi
Ao me encontrar
Vi que tudo é perfeito
Que este é o meu mundo
Mas que nada faz sentido
Pois foi na lucidez que eu vi.
A consciência quem me disse.
Que é a demência que me faz viver.
mais uma vez venho lhe parabenizar, quando escrever um livor, vou comprar um exemplar, aí tu vai ter q autografar HDIAHOIDSAHUUDSAUIOSDAHDISA
ResponderExcluirsó pode! (mp)
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